domingo, 31 de maio de 2015

campestres


Manchas Campestres 

 As ocorrências campestres na região apresentam
desenvolvimento espacial reduzido em comparação com a área
ocupada pela floresta. Não ocorrem em grandes extensões contínuas, mas sim
constituindo verdadeiras manchas isoladas na vastidão da selva, com contornos
geralmente bem definidos. São também provocadas pela retirada da
vegetação, pelo crescimento de localidades, abertura de estradas, queimadas,
derrubadas de árvores para formação de pasto ou qualquer outro tipo de
atividade econômica. Abrangem campos limpos, campos cerrados, campos de
várzeas, campinaranas, campos artificiais e caatingas.
 Os campos limpos são compostos por gramíneas e outras ervas altas, muitas vezes com algumas
árvores esparsas. Os cerrados existentes não se diferenciam muito
daqueles das demais regiões brasileiras; nota-se apenas que há uma redução
no número de espécies que os compõem, naturalmente em decorrência das
características do solo.
O capim barba-de-bode, chamado pelos locais de rabo de-burro,
é a gramínea que reveste a maior parte do solo atapetado, encontrando-
se, esparsamente, árvores de galhos retorcidos, de folhagem pouco desenvolvida.
Esses campos são encontrados no Estado do AMAPÁ, em uma faixa
que ocorre paralelamente à costa e após a faixa de vegetação litorânea dos
mangues, no Estado de RORAIMA, onde ocupam toda a porção nordeste, no
Estado de RONDÔNIA, no Estado de TOCANTINS e em parte do sudoeste
maranhense, como prolongamento dos cerrados do centro-oeste, que buscam
um contato com a floresta amazônica e com a zona dos cocais. Outras manchas
bem menores são encontradas entre as localidades de HUMAITÁ e LÁBREA,
no Estado do AMAZONAS, e ao norte da linha MONTE ALEGRE-ALENQUERÓBIDOS,
no Estado do PARÁ. De modo geral, os campos limpos e os cerrados

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